Uma pequena reflexão sobre a tendência atual de se resumir e reduzir toda forma de escriat e pensamento
Robson T. Fernandes
Ao estudarmos a história da Igreja vemos pessoas que tinham suas pregações transformadas em livros, e diga-se de passagem, livros bem volumosos, como foi o caso de D. M. Lloyd-Jones, Spurgeon, Jonathan Edwards e muitos outros (E esses livros eram lidos). Podemos ver pessoas que expunham as suas ideias e as pessoas paravam para ouvir e pensar sobre o que era dito. Eram volumes e mais volumes de pensamento com conteúdo vasto e bem elaborado. Material que fora cuidadosamente preparado e meticulosamente transmitido.




