terça-feira, 13 de abril de 2010

AS ERAS GEOLÓGICAS

Autor: Robson T. Fernandes
De acordo com os ramos científicos simpatizantes, ou defensores, da ‘Teoria’ da Evolução, o nosso planeta já existe há 4,56 bilhões de anos, aproximadamente.
Tal afirmação repousa na dependência dos métodos de datação aplicados.
O estabelecimento organizacional do surgimento da vida é distribuído de forma aparentemente lógica – ‘aparentemente’ – em períodos de tempo denominados Períodos Geológicos e Eras Geológicas.
Tais períodos apresentam-se divididos em:
ERAS PROTEROZÓICA E ARQUEOZÓICA - 70 A 3500 MILHÕES DE ANOS
PERÍODO PRÉ-CAMBRIANO É o início da vida. Aparecem as algas, esponjas, crustáceos e celenterados.
ERA PALEOZÓICA - 225 A 570 MILHÕES DE ANOS
PERÍODO CAMBRIANO Aparecem os primeiros foraminíferos e os invertebrados.
PERÍODO ORDOVICIANO Surgem os primeiros peixes. Os graptólitos e trilobitas são formas importantes de vida marinha.
PERÍODO SILURIANO Formam-se muitos recifes de corais, espessos depósitos sedimentares e fósseis marinhos.
PERÍODO DEVONIANO Após a abundância de esponjas e corais, inicia-se o domínio dos peixes. Formaram-se grandes áreas de depósitos continentais.
PERÍODO CARBONÍFERO Os anfíbios originam os répteis. Grandes florestas e pântanos. Formação de grandes depósitos de carvão.
PERÍODO PERMIANO Extinção de muitos invertebrados marinhos. Há muitas coníferas e diminuição da flora carbonífera e aparecimento de nova flora.
ERA MESOZÓICA - 75 A 225 MILHÕES DE ANOS
PERÍODO TRIÁSSICO Origem dos dinossauros e répteis marinhos. Surgimento de árvores coníferas gigantes.
PERÍODO JURÁSSICO Dominam os répteis terrestres, aquáticos, aéreos e gigantes. Surgimento das primeiras aves dentadas e os primeiros mamíferos.
PERÍODO CRETÁCEO Rápida expansão dos angiospermas. Extinção dos répteis gigantes e marinhos, dos foraminíferos plantônicos e dos moluscos. Surgimento dos primeiros mamíferos placentários.
ERA CENOZÓICA - DE HOJE A 75 MILHÕES DE ANOS
PERÍODO TERCIÁRIO
PALEOCENO Dominam os mamíferos primitivos, aves modernas, angiospermas, foraminíferos e bivalvos.
EOCENO Desenvolvimento dos mamíferos modernos. Surgem os primeiros cavalos e baleias.
OLIGOCENO Dominam os macacos, as baleias, os foraminíferos e os gastrópodos.
MIOCENO Evolução dos mamíferos herbívoros.
PLIOCENO É o máximo da evolução dos mamíferos. Dominam os angiospermas.
PERÍODO QUATERNÁRIO
PLEISTOCENO Aparecimento e domínio do homem, vegetação moderna, mamíferos e aves.
HOLOCENO Final da última glaciação.
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APARENTEMENTE, o quadro geológico utilizado por alguns (maioria) dos geólogos, biólogos, paleontólogos e outros pesquisadores possui uma ‘certa’ lógica, contudo, na prática, a realidade tem se mostrado de forma muito diferente do que é apresentado para a sociedade.
Se o quadro apresentado retratasse a realidade da evolução, então, ao se realizarem escavações, os fósseis dos seres neles apresentados deveriam aparecer na seqüência mostrada – algas ... foraminíferos ... trilobitas ... recifes de corais ... peixes ... anfíbios ... répteis ... dinossauros ... répteis marinhos ... répteis terrestres ... primeiras aves ... primeiros mamíferos ... aves modernas ... angiospermas ... cavalos e baleias ... macacos, baleias ... homem ... Entretanto, não é isso o que ocorre. Em muitas camadas sedimentares estudadas o vestígio paleontológico, encontrado nas camadas geológicas, indica, desde as primeiras camadas sedimentares até as últimas, que ao surgir a primeira espécie surgiram as outras também. Não aparecem, na realidade, de forma organizada, como supõem os quadros mostrados.
"Contudo, os animais devem ter existido muito antes do Cambriano, pois estratos desse período, os mais antigos, ricos em fósseis, contêm grande variedade de invertebrados: protozoários, esponjas, cnidários, vermes, braquiópodes, equinodermos (holotúria, crinóides), molusco (gastrópodes, cefalópodes) e artrópodes (crustáceos e trilobitas). É impossível descobrir o início da maioria dos filos e de muitas classes dos invertebrados..." (Store, Tracy I. , Usinger, Roberts L. , Stebbins, Robert C. e Nybakken, James W. , " Zoologia Geral", companhia editora nacional, 6o edição , p.242)
Os estratos fósseis indicam que não há uma organização como é mostrada nos livros e nos quadros da idade geológica – isso é uma fraude – mas, desde os mais antigos aos mais novos estratos, todos os seres existentes se mostram presentes.
"Pressuposta a origem evolutiva dos principais grupos de animais, e não como produto de uma criação especial, a ausência de absolutamente qualquer registro de um único membro de qualquer filo nas rochas pré-cambrianas permanece tão inexplicável, em bases ortodoxas, como o era para Darwin." (George, T. Neville, "Fossils in Evolutionary Perspective", Science Progress Vol.48 (janeiro de 1960), p.5)
Não existe nenhum sequer, por menor que seja, fóssil que prove a transição de uma espécie em outra. Nos milhares ou até milhões de estratos existentes no planeta não existe nenhuma dessas formas de transição que prove a “teoria” da evolução. Esses seres de transição eram tão inexistentes na época de Darwin como o são hoje e como continuarão a ser.
A Terra registra, através das camadas geológicas, as mudanças, alterações e eventos ocorridos na história do planeta. Dessa forma, a suposta existência de bilhões de anos defendida pelos evolucionistas deveria estar registrada nessas camadas, contudo não está.
A foto acima mostra uma vista do Grand Canyon do Rio Colorado, no Arizona, USA.
As três setas, na parte superior da foto, apontam para 3 partes da camada de solo nos quais deveriam haver os registros dos “períodos geológicos evolucionistas”. Entretanto, a ausência de erosão nestas áreas – lacunas – aponta para a não ocorrência destes longos períodos de tempo, apresentados pelo evolucionismo.
Enquanto o evolucionismo depende de provas da natureza para dar respaldo científico às suas hipóteses, a natureza tem oferecido provas contrárias.
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