terça-feira, 30 de junho de 2015

QUEM NUNCA PECOU ATIRE A PRIMEIRA PEDRA


Uma reflexão sobre o caso da mulher adúltera e sua relação com o julgamento cristão e a Nova Aliança

Robson T. Fernandes

Os escribas e fariseus trouxeram à sua presença uma mulher surpreendida em adultério e, fazendo-a ficar de pé no meio de todos, disseram a Jesus: Mestre, esta mulher foi apanhada em flagrante adultério.
E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes?
Isto diziam eles tentando-o, para terem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia na terra com o dedo.
Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.
E, tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão.
Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava.
Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?
Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.
João 8:3-11

segunda-feira, 29 de junho de 2015

AS FESTAS JUNINAS E O NATAL


Uma rápida comparação entre a fogueira de São João e a árvore de Natal

Robson T. Fernandes

Quando falamos em festas populares, e em especial sobre aquelas que a Igreja cristã está diretamente relacionada, temos que ter sempre em mente que para todas as coisas o crente em Jesus Cristo deve alicerçar a sua vida nos princípios estabelecidos pela Sagrada Escritura. Por isso afirmamos que a Bíblia Sagrada é a regra de fé e prática para nossas vidas em todas as áreas. Daí o Sola Scriptura, lema da Reforma Protestante.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

AS DOUTRINAS DA GRAÇA


Uma exposição panorâmica das doutrinas relacionadas a salvação

Robson T. Fernandes

Durante muito tempo resisti falar sobre esse assunto em público, e de forma tão transparente como me proponho a fazer aqui. Por quê?

Não que tenha receio quanto a debates ou discordâncias, dado calor do assunto. Também não é por insegurança doutrinária e nem por indiferença quanto a importância do tema. A minha questão diz respeito ao fato que estou ciente de que nem todas as pessoas têm a paciência necessária para tratar do assunto e, muito mais, tenho receio de não saber usar as palavras adequadas para expor esta doutrina e por isso me tornar responsável por fazer com que uma das maiores joias preciosas da Sagrada Escritura seja escarnecida e tratada com desprezo por causa de minha incapacidade na escrita e minha insuficiência teológica e educacional. Não quero ser responsável por fazer com que a Bíblia seja escarnecida e nem o próprio Deus zombado e não compreendido por minha causa.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

A BLASFÊMIA CONTRA O ESPÍRITO SANTO


Uma reflexão sobre o que significa blasfemar conta o Espírito Santo

Robson T. Fernandes

Uma das dúvidas recorrentes no meio evangélico diz respeito ao que significa a blasfêmia contra o Espírito Santo, especialmente entre irmãos que creem que os dons cessaram (cessacionistas) e aqueles que creem que os dons continuam (continuístas). Isso ocorre porque, em especial, enquanto os cessacionistas afirmam que os continuístas blasfemam contra o Senhor por meio do uso dos dons espirituais, os continuístas afirmam que estão sendo julgados de forma errada e que são os cessacionistas, por não entender o poder de Deus, é que estão blasfemando contra o Espírito e Sua manifestação.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

OS SÍMBOLOS DA FESTA JUNINA


 Um apanhado histórico sobre a origem dos símbolos das festas juninas

Robson T. Fernandes

“Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo”
Colossenses 2:8

Lembro-me da época de criança quando em todos os meses de junho minha família se reunia em torno da fogueira numa tradição mantida por gerações, comendo comidas típicas e fazendo churrasco, tudo ao som daqueles forrós tradicionais, a exemplo de Luiz Gonzaga. Com o passar dos anos, lembro muito bem, perguntei a alguém muito importante em minha vida por que acendíamos fogueiras todos os anos. Esta pessoa muito amada me disse que era porque na época de Jesus Cristo as pessoas não tinham muita facilidade para se comunicar, então, Maria e Isabel acertaram de acender uma fogueira para avisar do nascimento de João Batista. Cresci acreditando nisso, tendo a certeza da veracidade dessa estória.